Modernização de sistemas legados na saúde: como uma infraestrutura de TI robusta pode minimizar os impactos
A digitalização da saúde avançou rapidamente nos últimos anos, impulsionada por vários fatores, como novas exigências regulatórias, a expansão do atendimento digital e pela busca constante por eficiência operacional.
No entanto, apesar desse movimento, muitas instituições de saúde ainda operam com uma base tecnológica construída há décadas, sustentada por sistemas legados que seguem sendo críticos para o funcionamento do negócio.
Esses sistemas, embora estáveis e conhecidos pelas equipes, foram desenvolvidos em um contexto tecnológico completamente diferente do atual. Como resultado, passam a dificultar a interoperabilidade, aumentar custos de manutenção e elevar os riscos relacionados à segurança da informação e à continuidade dos serviços assistenciais.
A modernização desses ambientes é inevitável. Porém, quando conduzida de forma precipitada ou sem uma base tecnológica adequada, pode gerar impactos significativos na operação hospitalar, colocando em risco processos clínicos, administrativos e até a experiência do paciente.
É nesse ponto que a infraestrutura de TI robusta deixa de ser apenas um suporte técnico e passa a assumir um papel estratégico.
Neste conteúdo, você vai entender:
- O que são sistemas legados e por que ainda são tão comuns na saúde
- Os principais riscos de manter essas soluções sem modernização
- Como uma infraestrutura de TI sólida minimiza impactos
- O papel do outsourcing de TI nesse processo
- E como a Sulwork apoia instituições de saúde em jornadas de modernização com eficiência e estabilidade
O que são sistemas legados e por que eles ainda são comuns na saúde
Os sistemas legados são plataformas, softwares ou infraestruturas desenvolvidas há muitos anos, frequentemente baseadas em tecnologias ultrapassadas, mas que continuam sendo utilizadas por desempenharem funções críticas no dia a dia da instituição.
Na saúde, esses sistemas são especialmente comuns por alguns motivos estratégicos:
- Alta complexidade operacional: prontuários eletrônicos, sistemas de faturamento, agendamento, PACS, LIS e RIS são profundamente integrados aos fluxos clínicos e administrativos;
- Dependência histórica: muitos sistemas foram customizados ao longo de décadas para atender necessidades específicas da instituição;
- Alto custo de substituição: trocar um sistema crítico exige investimento financeiro, tempo e capacitação das equipes;
- Risco assistencial: qualquer falha pode impactar diretamente o cuidado ao paciente.
Por isso, mesmo apresentando limitações, os sistemas legados permanecem ativos — muitas vezes além do seu ciclo de vida ideal.
O problema não está apenas em utilizar sistemas legados, mas em manter essas soluções sem uma estratégia clara de modernização e sustentação tecnológica.
Principais riscos de manter sistemas legados sem modernização
Manter sistemas legados sem atualizações estruturais expõe a instituição a riscos que vão muito além da área de TI hospitalar. Esses riscos impactam diretamente a gestão, a segurança, a eficiência e a qualidade da assistência.
1. Riscos de segurança da informação
Sistemas antigos acabam não recebendo mais atualizações de segurança e também não atendem às boas práticas atuais de cibersegurança, além de serem incompatíveis com ferramentas modernas de monitoramento.
Em um setor altamente regulado e sensível como a saúde, isso aumenta significativamente a exposição a vazamento de dados, ataques ransomware e não conformidade com a LGPD.
2. Baixa integração entre sistemas
A falta de interoperabilidade é um dos maiores entraves à transformação digital na saúde. Ela ocorre principalmente porque sistemas legados geralmente operam em silos, dificultando a troca de informações entre áreas e limitando a visão integrada do paciente. Esse tipo de processo desestruturado afeta desde a tomada de decisão clínica até a eficiência administrativa e financeira.
3. Instabilidade e falhas operacionais
Infraestruturas antigas tendem a ser menos resilientes, com maior risco de quedas de sistema, lentidão de processos e dependência de hardwares obsoletos. Em ambientes hospitalares, qualquer indisponibilidade pode comprometer o atendimento e a segurança do paciente.
4. Dificuldade de escalar e inovar
Tecnologias legadas dificultam a adoção de novas tecnologias, como inteligência artificial, analytics avançado, monitoramento remoto e soluções em nuvem. Sem modernização, a instituição fica presa a um modelo operacional reativo, com pouca capacidade de evolução.
Por que uma infraestrutura de TI robusta é a base da modernização tecnológica
Antes de pensar em substituir sistemas, migrar para a nuvem ou adotar novas tecnologias, é fundamental fortalecer a infraestrutura de TI da instituição de saúde. Ela é o alicerce que sustenta qualquer estratégia de modernização. Uma infraestrutura robusta permite:
Continuidade operacional, com ambientes bem estruturados garantindo alta disponibilidade, redundância e recuperação rápida em caso de falhas — algo crítico na saúde.
Segurança e conformidade, através de infraestruturas modernas que facilitam a implementação de políticas de segurança, monitoramento contínuo, controle de acessos, backup e disaster recovery. Tudo isso alinhado às exigências regulatórias do setor.
Flexibilidade e escalabilidade, com uma base sólida, a instituição consegue modernizar sistemas de forma gradual, integrar soluções novas e legadas e escalar recursos conforme a demanda.
Menor risco durante a modernização, pois uma infraestrutura preparada reduz impactos durante migrações, atualizações, integrações e troca de fornecedores. Ou seja, modernizar não começa pelo sistema, mas pela sustentação tecnológica.
É possível modernizar sistemas legados sem comprometer a operação hospitalar?
Essa é uma das maiores preocupações dos gestores de saúde, e a resposta é: sim, é possível, desde que o processo seja conduzido com planejamento, metodologia e apoio especializado. Algumas boas práticas incluem:
Modernização gradual (e não disruptiva)
Nem sempre é necessário substituir tudo de uma vez. Estratégias como encapsulamento de sistemas legados, integração via APIs e atualização por módulos permitem evoluir sem interromper a operação.
Ambientes híbridos
A convivência entre sistemas legados e novas soluções é comum e viável quando há infraestrutura adequada, governança de TI e monitoramento contínuo da operação.
Planejamento baseado em riscos
Avaliar criticidade, impacto assistencial e dependências evita decisões precipitadas e reduz riscos.
Suporte técnico especializado 24x7
Durante a modernização, o suporte se torna ainda mais estratégico para garantir estabilidade e resposta rápida a incidentes. Nesse contexto, contar com um parceiro especializado, como a Sulwork, faz toda a diferença.
O papel do outsourcing de TI na modernização da saúde
Durante o processo de modernização, o outsourcing de TI deixa de ser apenas uma estratégia de redução de custos e passa a ser um pilar estratégico da transformação digital na saúde. Com um parceiro especializado, a instituição ganha:
Acesso a expertise específica do setor de saúde
A saúde possui particularidades que exigem conhecimento técnico e regulatório. Dessa forma, um parceiro experiente precisa entender de sistemas clínicos, fluxos assistenciais e criticidade da operação.
Suporte contínuo e especializado
Equipes de outsourcing dedicadas garantem monitoramento proativo, gestão de incidentes e suporte de segundo e terceiro nível, 24/7.
Redução de riscos na modernização
O outsourcing permite planejar, executar e sustentar a modernização com menor impacto operacional.
Foco no core business
Enquanto o parceiro cuida da TI, a instituição pode focar no que realmente importa: o cuidado com o paciente.
Benefícios da modernização para a gestão e para a assistência ao paciente
A modernização tecnológica, quando bem conduzida, gera ganhos claros tanto para a gestão quanto para a assistência.
Para a gestão, ela entrega maior previsibilidade operacional, redução de custos com falhas e retrabalho, melhor governança de TI e dados mais confiáveis para tomada de decisão.
Entre os profissionais de saúde, a modernização proporciona sistemas mais estáveis e rápidos, menos interrupções no fluxo de trabalho e melhor acesso às informações do paciente.
Já para o paciente, novas tecnologias significam um atendimento mais seguro, melhor continuidade do cuidado e uma experiência mais fluida e integrada. Ou seja, modernizar sistemas legados não é apenas uma decisão tecnológica — é uma decisão estratégica e assistencial.
Sulwork: expertise em outsourcing de TI para modernização segura na saúde
A Sulwork atua como parceira estratégica de instituições de saúde que buscam estabilidade operacional, segurança e evolução tecnológica, mesmo em ambientes complexos e com sistemas legados.
Com forte especialização em saúde, a Sulwork oferece:
- Outsourcing de TI focado em ambientes críticos;
- Sustentação e modernização de infraestruturas híbridas;
- Suporte especializado para sistemas legados;
- Gestão de continuidade operacional;
- Atuação preventiva e orientada a SLAs.
A abordagem da Sulwork prioriza o planejamento, a redução de riscos, a continuidade dos serviços e a evolução tecnológica sustentável da instituição de saúde, tudo isso sem comprometer o atendimento e a rotina das organizações.
Conclusão
A modernização de sistemas legados na saúde é um desafio real, mas também uma grande oportunidade. Ignorar esse processo aumenta riscos operacionais, limita a inovação e compromete a segurança da informação.
Por outro lado, quando a modernização é sustentada por uma infraestrutura de TI robusta, planejamento estratégico e outsourcing especializado, os impactos são minimizados e os benefícios se tornam claros para toda a organização.
Mais do que trocar sistemas, modernizar é garantir que a tecnologia esteja preparada para sustentar o cuidado, a gestão e o futuro da saúde.
Quer modernizar seus sistemas legados com segurança, estabilidade e suporte especializado? Conheça as soluções da Sulwork e descubra como garantir continuidade operacional e evolução tecnológica na sua instituição de saúde.


